EPILEPSIA

A comunicação entre os neurônios dentro do cérebro se dá através dos chamados potenciais de ação, que nada mais são que uma espécie de corrente elétrica utilizada para levar informações de uma lado para o outro.

 

A crise convulsiva ocorre quando uma região do cérebro passa a emitir potenciais de ação de forma despropositada e descoordenada, causando uma espécie de “curto-circuito”.

 

Mas nem todos os tipos de epilepsia se manifestam com a cena estigmatizada com postura rígida, salivação e movimentos repetitivos. Na verdade, os sintomas vão depender da função da região do cérebro envolvida nas descargas epilépticas, assim podem fazer parte dos sintomas náuseas e vômitos, confusão mental, alucinações visuais ou auditivas entre outras.

 

O tratamento da epilepsia se dá principalmente por medicações, chamadas de Drogas Antiepilepticas (ou DAE).

 

A escolha da DAE baseia-se no tipo de epilepsia, efeitos colaterais da medicação, mulher em idade fértil, custos e eficácia.

 

O objetivo do tratamento é oferecer ao paciente a possibilidade de viver uma vida normal, optando por um conjunto de medicamentos que proporcione a melhor relação entre efetividade e efeitos colaterais.

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